Deus Caritas Est - Primeira Encíclica de Bento XVI
“O Estado defronta-se inevitavelmente com a questão: como realizar a justiça aqui e agora? Mas esta pergunta pressupõe outra mais radical: o que é a justiça? Isto é um problema que diz respeito à razão prática; mas, para poder operar retamente, a razão deve ser continuamente purificada porque a sua cegueira ética, derivada da prevalência do interesse e do poder que a deslumbram, é um perigo nunca totalmente eliminado. Neste ponto, política e fé tocam-se (...)”
Sensatas as palavras de Bento XVI, pelas quais deixou claro que não abre mão das doutrinas tradicionais da Igreja. Estamos vivendo dominados pelo consumismo, pelo materialismo e pelo egoísmo do homem. Admita-se que é difícil ser o principal defensor de uma doutrina de amor ao próximo em tempos como estes. É como se estivesse falando sozinho para o mundo inteiro.
Independentemente de fé, se nossa sociedade passasse a se basear maciça e fielmente nos preceitos cristãos, veríamos o surgimento de uma nova Era no planeta Terra. Viveríamos a felicidade (cuja essência está em viver para o próximo) em harmonia com a Natureza (Deus). Veríamos erradicar-se a miséria e a fome. Veríamos o crescimento espiritual e intelectual da humanidade. Acredito que o progresso tecnológico diminuiria de ritmo (já é hora!) e a renda seria menos concentrada (problema dos capitalistas). Acredito que quando lemos o texto citado acima, a idéia não parece tão utópica.
As abordagens de Bento XVI com relação ao amor são totalmente pertinentes ao vermos que o materialismo e consumismo atuais, que degradam cada vez mais nossa sociedade e o meio-ambiente, estão intimamente ligados à banalização do “eros”.
Tenho minhas críticas à Igreja e a seu passado (não aos preceitos Cristãos), mas este é o momento de congratular Bento XVI, por ser o defensor da doutrina cristã, sem ceder a pressões de uma sociedade que está contaminada por valores não sustentáveis. Precisamos desse equilíbrio para, quem sabe um dia, despertarmos para a Verdade e descobrirmos a sociedade ideal.
Sensatas as palavras de Bento XVI, pelas quais deixou claro que não abre mão das doutrinas tradicionais da Igreja. Estamos vivendo dominados pelo consumismo, pelo materialismo e pelo egoísmo do homem. Admita-se que é difícil ser o principal defensor de uma doutrina de amor ao próximo em tempos como estes. É como se estivesse falando sozinho para o mundo inteiro.
Independentemente de fé, se nossa sociedade passasse a se basear maciça e fielmente nos preceitos cristãos, veríamos o surgimento de uma nova Era no planeta Terra. Viveríamos a felicidade (cuja essência está em viver para o próximo) em harmonia com a Natureza (Deus). Veríamos erradicar-se a miséria e a fome. Veríamos o crescimento espiritual e intelectual da humanidade. Acredito que o progresso tecnológico diminuiria de ritmo (já é hora!) e a renda seria menos concentrada (problema dos capitalistas). Acredito que quando lemos o texto citado acima, a idéia não parece tão utópica.
As abordagens de Bento XVI com relação ao amor são totalmente pertinentes ao vermos que o materialismo e consumismo atuais, que degradam cada vez mais nossa sociedade e o meio-ambiente, estão intimamente ligados à banalização do “eros”.
Tenho minhas críticas à Igreja e a seu passado (não aos preceitos Cristãos), mas este é o momento de congratular Bento XVI, por ser o defensor da doutrina cristã, sem ceder a pressões de uma sociedade que está contaminada por valores não sustentáveis. Precisamos desse equilíbrio para, quem sabe um dia, despertarmos para a Verdade e descobrirmos a sociedade ideal.

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